Factors Associated with the Risk and Fear of Falling in Older Adults with Hypertension
Factores asociados al riesgo y miedo a caer en personas mayores con hipertensión;
Fatores associados ao risco e ao medo de cair em pessoas idosas com hipertensão
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Author
Apolicena Dantas, Aelem Cristina
Nunes Pires, Maria Luiza
Silva, Dayane Tays da
Fidelix, Yara Lucy
Quadros da Silva, Eduardo
França Garcia, Lucas
Andrade do Nascimento Júnior, José Roberto
Vicentini de Oliveira, Daniel
Metadata
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Objective: To investigate the association between sociodemographic and health variables and the risk and fear of falling in the presence of systemic arterial hypertension among older adults. Methods: This cross-sectional study was conducted with 110 older individuals of both sexes, users of a Medical Specialty Center in Sapezal, Mato Grosso, Brazil, including 70 hypertensive patients on antihypertensive medication and 40 non-hypertensive individuals. A sociodemographic and health questionnaire, the Timed Up and Go (TUG) test, and the Falls Efficacy Scale-International (FES-I) were administered. Data were analyzed using the Chi-square test, binary logistic regression, and the Hosmer-Lemeshow test. A significance level of p < 0.05 was considered. Results: A significant difference was found when comparing proportions of hypertensive and non-hypertensive older individuals in terms of fall risk (p < 0.001) and fear of falling (p < 0.001), showing a higher proportion of individuals with fall risk and fear of falling associated with recurrent falls who are hypertensive. Additionally, older adults with a fear of falling associated with sporadic falls are 9.036 times more likely [95 % CI = 1.003-87.472] to be hypertensive compared to those with a fear of falling without associated falls. Conclusion: The findings highlight a significant association between multiple sociodemographic, health, and behavioral factors and hypertension in older adults.Objetivo: Investigar la asociación entre las variables sociodemográficas y de salud y el riesgo y el miedo a caer en personas mayores con hipertensión arterial sistémica. Métodos: Este estudio transversal se realizó con 110 personas mayores de ambos sexos, usuarias de un Centro de Especialidades Médicas en Sapezal, Mato Grosso, Brasil, que incluyen a 70 hipertensas en uso de medicación antihipertensiva y 40 no hipertensas. Se aplicó un cuestionario sociodemográfico y de salud, la prueba Timed Up and Go (TUG) y la Falls Efficacy Scale-International (FES-I). Los datos fueron analizados con la prueba de Chi-cuadrado, regresión logística binaria y la prueba de Hosmer-Lemeshow. Se consideró un nivel de significancia de p < 0,05. Resultados: Se encontró una diferencia significativa al comparar las proporciones de personas mayores hipertensas y no hipertensas en términos de riesgo de caídas (p < 0,001) y miedo a caer (p < 0,001), lo que muestra una mayor proporción de individuos con riesgo de caídas y miedo a caer asociados con caídas recurrentes que son hipertensos. Además, las personas mayores con miedo a caer asociado con caídas esporádicas tienen 9,036 veces más probabilidad [IC 95 % = 1,003-87,472]. Conclusión: Los hallazgos de este estudio destacan la asociación significativa entre múltiples factores sociodemográficos, de salud y conductuales y la hipertensión en personas mayores.
Objetivo: Investigar a associação entre variáveis sociodemográficas e de saúde e o risco e o medo de quedas em pessoas idosas com hipertensão arterial sistêmica. Métodos: Este estudo transversal foi realizado com 110 pessoas idosas de ambos os sexos, que frequentavam um Centro de Especialidades Médicas em Sapezal, Mato Grosso, Brasil, incluindo 70 hipertensas em uso de medicação anti-hipertensiva e 40 não hipertensas. Foi aplicado um questionário sociodemográfico e de saúde, o teste Timed Up and Go (TUG) e a Falls Efficacy Scale-International (FES-I). Os dados foram analisados utilizando o teste Qui-quadrado, regressão logística binária e o teste de Hosmer-Lemeshow. Foi considerado um nível de significância de p < 0,05. Resultados: Foi encontrada uma diferença significativa ao comparar as proporções de pessoas idosas hipertensas e não hipertensas em termos de risco de quedas (p < 0,001) e medo de cair (p < 0,001), mostrando uma maior proporção de indivíduos hipertensos com risco de quedas e medo de cair associados a quedas recorrentes. Além disso, pessoas idosas com medo de cair associado a quedas esporádicas têm 9,036 vezes mais probabilidade [IC 95% = 1,003 a 87,472]. Conclusão: Os achados deste estudo destacam a associação significativa entre múltiplos fatores sociodemográficos, de saúde e comportamentais e a hipertensão em pessoas idosas.
