Characterization of the Quality of Work Life and Workplace Stress in Nursing Professionals in Public Hospitals in Ecuador
Caracterización de la calidad de vida en el trabajo y estrés laboral en profesionales de enfermería en hospitales públicos de Ecuador;
Caracterização da qualidade de vida no trabalho e do estresse laboral em profissionais de enfermagem em hospitais públicos do Equador
Autor
Cueva-Pila, Guadalupe
Valenzuela-Suazo, Sandra
Hidalgo Ortiz, Juan Pablo
Robazzi, María Lucia do Carmo Cruz
Metadata
Mostrar registro completoDescrição
Introduction: Quality of work life and work-related stress are critical factors to assess among nursing professionals, who are recognized as a group particularly vulnerable to low quality of work life and high stress levels. Objective: To describe the quality of work life and work-related stress among nursing professionals from three public hospitals in Ecuador. Methodology: A quantitative, descriptive, and cross-sectional study was conducted with a stratified random sample of 217 nurses (population: 743). The Quality of Work Life Questionnaire (CVT-GOHISALO) and the Work Stress Evaluation Questionnaire III (Villalobos, 2010) were applied. Results: Quality of work life showed an overall trend toward low levels. Hospital 1 had the highest percentages in the Low category in almost all dimensions except Job Security; Hospitals 2 and 3 showed a similar trend, with better scores in Institutional Support and Job Security. An association was found between stress levels and hospital, with physiological symptoms predominating at very high levels. Conclusions: Variability was evident among hospitals, with a predominance of low quality of work life and high stress levels, especially in Hospital 1, affecting key dimensions such as institutional support, job security, workplace integration, satisfaction, well-being, personal development, and use of free time.Introducción: La calidad de vida laboral y el estrés constituyen factores críticos a evaluar en el personal de enfermería, reconocido como un colectivo vulnerable a presentar niveles bajos de calidad de vida en el trabajo y elevados niveles de estrés. Objetivo: Describir la calidad de vida laboral y el estrés en profesionales de enfermería de tres hospitales públicos de Ecuador. Metodología: Estudio cuantitativo, descriptivo y transversal con muestra aleatoria estratificada de 217 enfermeros (población: 743). Se aplicaron el Cuestionario de Calidad de Vida en el Trabajo (GOHISALO) y el Cuestionario de Evaluación del Estrés III (Villalobos, 2010). Resultados: La calidad de vida laboral mostró tendencia general a niveles bajos. El Hospital 1 presentó los porcentajes más altos en la categoría baja en casi todas las dimensiones, excepto seguridad en el trabajo; en los hospitales 2 y 3 la tendencia fue similar, con mejores puntajes en soporte institucional y seguridad. Se halló asociación entre nivel de estrés y hospital, predominando síntomas fisiológicos en nivel muy alto. Conclusiones: Se evidenció variabilidad entre hospitales, con predominio de niveles bajos de calidad de vida y altos de estrés, especialmente en el Hospital 1, con afectación en dimensiones clave como soporte institucional, seguridad, integración, satisfacción, bienestar, desarrollo personal y administración del tiempo libre.
Introdução: A qualidade de vida no trabalho e o estresse são fatores críticos a serem avaliados no pessoal de enfermagem, reconhecido como um coletivo vulnerável que apresenta baixos níveis de qualidade de vida no trabalho e níveis elevados de estresse. Objetivo: Descrever a qualidade de vida no trabalho e o estresse em profissionais de enfermagem de três hospitais públicos do Equador. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo e transversal com amostra aleatória estratificada de 217 enfermeiros (população: 743). Foram aplicados o Questionário de Qualidade de Vida no Trabalho (GOHISALO) e o Questionário de Avaliação do Estresse III (Villalobos, 2010). Resultados: A qualidade de vida no trabalho mostrou tendência geral a níveis baixos. O Hospital 1 apresentou os maiores percentuais na categoria baixa em quase todas as dimensões, exceto segurança no trabalho; nos hospitais 2 e 3 a tendência foi similar, com melhores escores em suporte institucional e segurança. Identificou-se associação entre nível de estresse e hospital, com predominância de sintomas fisiológicos em nível muito alto. Conclusões: Evidenciou-se variabilidade entre os hospitais, com predomínio de níveis baixos de qualidade de vida e altos de estresse, especialmente no Hospital 1, afetando dimensões-chave como suporte institucional, segurança, integração, satisfação, bem-estar, desenvolvimento pessoal e administração do tempo livre.
