Ericsson’s Robot as a Representation of Technology, Superiority, and Luxury in 1932 Mexico
El robot de Teléfonos Ericsson como representación de tecnología, superioridad y lujo en el México de 1932;
O robô do telefone Ericsson como representação de tecnologia, superioridade e luxo no México em 1932
Descripción
In the 20th century, the robot emerged as a symbol of technology, innovation, and the future. The Industrial Revolution left us with a legacy of obsession with process automation, but also with the fear of jobs being replaced by robots and the anxiety that technology and machines might control humanity’s fate. From this perspective, the aim of this article is to show how the Ericsson telephone company, in the early 20th century, sought to establish its presence among the Mexican public by introducing the figure of a robot. The findings are based on two newspaper ads published in 1932, in which the robot emphasizes automation, promoting the replacement of manual services, while also highlighting the safety of the service to dispel fears about machines. Additionally, the ads aimed to position technology as a luxury item, suggesting that through Ericsson’s telephone services, social distinction could be achieved in post-revolutionary Mexican society.En el siglo XX nace el robot, símbolo de la tecnología, la innovación y el futuro. La Revolución Industrial nos heredó la obsesión por la automatización de procesos, pero también el miedo a la pérdida de empleos sustituidos por robots, y el miedo a que la tecnología y las máquinas controlen el destino de los humanos. Desde esta perspectiva, el objetivo de este artículo es mostrar cómo la compañía telefónica Ericsson, a principios del siglo XX, buscaba posicionarse en el público mexicano presentando la figura de un robot. Los hallazgos se muestran en dos anuncios de prensa publicados en 1932 en los que el robot enfatiza lo automático, promoviendo la sustitución del servicio manual, pero también resalta lo seguro que era el servicio para disipar los miedos a las máquinas. Además, persigue posicionar la tecnología como un artículo de lujo, declarando así que, a través del servicio de Teléfonos Ericsson, se podía conseguir distinción social en la sociedad mexicana postrevolucionaria.
No século XX nasce o robô, um símbolo de tecnologia, inovação e futuro. A Revolução Industrial nos deixou de herança a obsessão pela automação de processos, mas também o medo da perda de empregos substituídos por robôs e o medo de que a tecnologia e as máquinas controlem o destino dos seres humanos. Sob essa perspectiva, o objetivo deste artigo é mostrar como a empresa telefônica Ericsson, no início do século XX, procurou se posicionar perante o público mexicano apresentando a figura de um robô. Os achados são mostrados em dois anúncios de imprensa publicados em 1932, nos quais o robô enfatiza o automático, promovendo a substituição do serviço manual, mas também destaca a segurança do serviço para dissipar o medo em relação às máquinas. Além disso, procura posicionar a tecnologia como um artigo de luxo, declarando assim que, por meio do serviço telefônico da Ericsson, a distinção social poderia ser alcançada na sociedade mexicana pós-revolucionária.
