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dc.contributor.advisorAugusto, Eryka Eugênia Fernandes
dc.contributor.authorLourenço, Mateus Felipe Santos Lourenço
dc.date.accessioned2025-06-25T20:32:30Z
dc.date.accessioned2026-04-28T15:50:09Z
dc.date.available2026-04-28T15:50:09Z
dc.date.issued2024-12-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/20.500.12032/186960
dc.description.abstractEste trabalho explora o Combate à Desigualdade Racial no Mercado de Trabalho Brasileiro onde a sombra da desigualdade racial paira sobre o mercado de trabalho e a marginalização histórica de grupos minoritários, o objetivo foi analisar os fatores que perpetuam desigualdades e propor estratégias de inclusão. Utilizando pesquisa descritiva de abordagem qualitativa, o estudo coletou dados por meio de entrevistas estruturadas com 12 indivíduos negros de diferentes classes sociais e contextos profissionais. As estatísticas são cruéis: taxas de desocupação mais altas, renda menor e acesso precário a cargos de liderança, especialmente para mulheres negras, que enfrentam o duplo desafio do racismo e do sexismo. Para construir um futuro mais justo e próspero, é fundamental desmantelar essa estrutura opressiva e criar um ambiente de trabalho onde todos tenham oportunidades iguais, independentemente de sua cor de pele ou gênero, desconstruir estereótipos, promover a diversidade e a inclusão em todos os níveis da sociedade, desde a educação até o mercado de trabalho, Os resultados evidenciaram a prevalência do racismo estrutural, que limita oportunidades desde o acesso à educação até a ocupação de cargos de liderança. Mulheres negras enfrentam desafios adicionais devido à interseccionalidade entre raça e gênero, lidando com discriminação agravada e sobrecarga de trabalho não remunerado. O trabalho também identificou a falta de representatividade em posições de destaque, o que perpetua estereótipos e restringe redes de apoio profissional implementando medidas de combate à discriminação em processos de recrutamento, superar a desigualdade racial e de gênero no mercado de trabalho não é apenas uma questão de justiça social, mas também um imperativo para o desenvolvimento econômico e social ao garantirmos que todos os cidadãos tenham oportunidades iguais de alcançar seu pleno potencial, construiremos um país mais justo, próspero e inclusivo para todos. O estudo conclui que superar essas desigualdades exige políticas públicas, como cotas raciais, e iniciativas privadas, como programas de mentoria e treinamentos sobre vieses inconscientes. A inclusão racial é essencial não apenas para a justiça social, mas também para o desenvolvimento econômico. A construção de um ambiente de trabalho mais justo e igualitário requer esforços integrados da sociedade, das empresas e do governo.pt_BR
dc.description.sponsorshipSem financiamento
dc.format.extent25
dc.language.isopt_BR
dc.rightsRestrito
dc.subjectracismo estrutural
dc.subjectdesigualdade racial
dc.subjectmercado de trabalho
dc.subjectinclusão
dc.subjectascensão profissional
dc.titleDesigualdade e ascensão profissional: o desafio da pessoa preta na sociedade contemporânea
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso
fei.description.campusSão Paulo
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/9271352249022848
fei.date.entrega2024


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